quinta-feira, 28 de abril de 2016

Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 28 e 29 de abril de 2016


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Reflexos da chuva: Cidades da região oficializam os decretos de emergência

Os municípios da região oficializaram os decretos de situação de emergência. Mais de 300 milímetros de chuva foram registrados desde o início do mês e, com isso, muitos estragos foram registrados em estradas, pontes e, principalmente, em lavouras de soja, arroz e milho. Além disso, os temporais causaram prejuízos e uma família do interior de Pinheiro Machado perdeu tudo após uma descarga elétrica atingir a residência. 
A primeira cidade informar situação de emergência foi Hulha Negra. O prefeito da cidade, Erone Londero (PT), declarou que as perdas na agropecuária chegaram a R$ 4 milhões. Em Candiota, o decreto de emergência também foi assinado pelo prefeito Luiz Carlos Folador (PT). Segundo a coordenadora da Secretaria de Agropecuária, Luana Camacho Vais, contabilizou-se um prejuízo de R$ 4,5 milhões nas estradas; R$ 8,3 milhões na colheita da soja e perda de 70% na produção de mel, girando em torno de R$ 308 mil de queda. 
Em Pedras Altas, os prejuízos são maiores, visto que o município conta com 32 mil hectares de plantação de soja e com as chuvas cerca de 25 mil hectares foram prejudicados, girando em torno de 35% da produção afetada. O prefeito Fábio Tunes (PSB) assinou o decreto na segunda-feira, 25, e estima uma queda de R$ 30 milhões. 
Já em Pinheiro Machado, o município registrou entre 35 e 45% de perda nas lavouras. No decreto, a Defesa Civil estima um prejuízo de R$ 5,5 milhões na agricultura e quase R$ 2 milhões na pecuária, além de outros danos em estradas e pontes. 

DEMAIS CIDADES – O prefeito de Aceguá, Júlio Pintos (PMDB), informou que a situação é crítica nas lavouras e estradas. A cidade também está em situação de emergência. Em Bagé, o decreto foi assinado na segunda-feira e a situação não se difere dos outros municípios. Na Capital da Paz, o cenário é preocupante. O prefeito Lídio Bastos (PMDB) decretou emergência na terça-feira, 26. Além dos prejuízos na agropecuária estimados em R$ 100 milhões, Dom Pedrito foi atingido pelas cheias do rio Santa Maria. Cerca de 15 famílias ribeirinhas tiveram que sair de suas casas. O nível do rio chegou a 5,85 metros acima do normal. Aulas em duas escolas municipais foram canceladas, pois abrigaram os atingidos pela enchente. 

PRÓXIMOS DIAS – A chuva deu uma trégua e os produtores aguardam que o tempo colabore para terminar a colheita. Os meteorologistas informam que o tempo seco deve permanecer nos próximos dias com aberturas de sol durante o dia. Entretanto, o frio é intenso. As mínimas devem ficar próximas do 0ºC na região. Na quarta-feira, o amanhecer foi de 4,9ºC em Bagé, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 26 e 27 de abril de 2016



quinta-feira, 21 de abril de 2016

Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 21 a 25 de abril de 2016


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Contra os cortes: CRM discute reivindicações de mineiros
Trabalhadores decidiram manter o estado de greve, visto que diretor-presidente não apontou soluções para o fim da terceirização

Os trabalhadores da Companhia Riograndense de Mineração (CRM/Mina de Candiota) decidiram na manhã de quarta-feira, 20, permanecer em estado de greve, após dialogar com o diretor-presidente da empresa, Edivilson Meurer Brum na unidade local. A mobilização já completa 12 dias. A representação da categoria solicitou a presença da diretoria da Estatal no município, a fim de discutir as reivindicações dos trabalhadores, como o corte de 30% da periculosidade/ insalubridade, o fim das empresas terceirizadas e, ainda, a demissão de funcionários. 
O presidente do Sindicato dos Mineiros, Wagner Pinto, afirma que os servidores vão continuar mobilizados, visto que algumas questões o presidente da CRM não apontou soluções, como a redução do nível de empresas contratadas. “Temos cerca de 70 a 80 % de nosso trabalho terceirizado. Enquanto não haver um comunicado de que forma a diretoria vai reduzir a terceirização, nós vamos se manter em estado de greve. No dia 26, a presidência tem uma reunião com a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE – Eletrobras) e, depois disso, podemos ter alguma definição”, explica Pinto. 
A representação dos trabalhadores avalia o encontro como positivo, pois mostra que a categoria está atenta e lutando os direitos dos mineiros. “A situação da CRM é difícil, mas queremos posições e firmeza de nossa diretoria. Que seja dita a realidade. A CGTEE está pressionando para diminuir contrato? Nós também temos que se adequar ao que está acontecendo hoje”, pondera o presidente do Sindicato. 
O presidente Edivilson acredita que a primeira questão fundamental é o diálogo. Segundo ele, a empresa está tendo uma grande dificuldade em relação ao contrato com a CGTEE, pois havia um acordo da Fase A e B, orçado em um milhão e 600 toneladas, sendo que, em janeiro, a CRM teve que diminuir esse acordo, em razão das dificuldades que a companhia enfrenta, passando apenas para 800 mil toneladas. “Com isso deu uma queda de R$ 24 milhões, gerando em torno de R$ 2 milhões a menos por mês. De certa forma é desafiador para qualquer gestor”, explica. 
Brum ainda salienta que há outros problemas, pois a companhia agora deseja fazer um novo contrato, mas de 400 mil toneladas, sendo que a CGTEE pretende apenas pagar 200 mil. “Tínhamos um contrato de um milhão e 600 no ano passado e querem que apenas entre no caixa R$ 200 mil. Isso não existe, quebra a CRM. Eles informam que queimam 400 mil toneladas. Então querem pagar a metade apenas e o restante ficar como pago em compensação de estoque, pois no passado não utilizavam tudo o que nos compravam. Estamos negociando para que tenha um meio termo. Nós dependemos da CGTEE, mas ela também depende de nós. A sociedade gaúcha depende da energia gerada por ela”, destaca. 
Uma reunião está agendada para o dia 26 deste mês, com o objetivo da CGTEE e CRM entrarem em consenso em relação ao contrato. Com esses problemas, o diretor-presidente argumenta que algumas decisões e medidas começaram a ser tomadas. “Na sede da CRM vamos diminuir a metade da folha de pagamento. Fizemos um plano de demissão incentivado e 53% da folha será reduzida com a saída de alguns empregados. Infelizmente, em Minas do Leão, vamos suspender os trabalhos de mineração, pois tivemos um prejuízo de R$ 28 milhões nos últimos dois anos. No local vamos ficar com um grupo de funcionários para fazer a recuperação ambiental. Tentamos parceiros para manter a mina, mas não encontramos, porém, ainda, está aberta essa negociação”. A direção garante que todos os cortes necessários serão feitos, a fim de não atingir na redução de empregos. “Este é o desafio do gestor. No Brasil temos 10 milhões de desempregados, tendo uma economia que está retrocedendo e isto faz com que diminua o consumo de energia elétrica”, declara o presidente. 

DEMISSÕES – Os mineiros de Candiota temem pelas demissões, mas Brum assegura que está fazendo o máximo para evitar qualquer tipo de demissão e nunca houve uma lista de supostos funcionários que poderiam ser exonerados. 

INSALUBRIDADE – A ideia da Estatal é cortar, pois o Tribunal de Contas do Estado (TCE) não aceita que seja pago para funcionários administrativos. Entretanto, foi suspendido esse corte e uma negociação está sendo feita. A empresa contratou o SESI/RS para efetuar um levantamento daqueles que se enquadram legalmente nesses adicionais. 

TERCEIRIZAÇÃO – O gestor confirma que tem a missão de diminuir os trabalhos terceirizados e que existe um contrato que pode ser considerado como o segundo maior e uma nova licitação está sendo realizada nas modalidades que a classe havia sugerido no passado. O processo licitatório está previsto para este mês e vai gerar uma redução no que a CRM paga para esse tipo de serviço. “Há uma necessidade de se fazer uma transição. Não tem como cortar imediatamente 100% da terceirização e a CRM ter suas atividades somente na mineração. Tem que ser de forma gradativamente e é esse compromisso que temos com a categoria”, ressalta Brum.

Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 21 a 25 de abril de 2016



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UTE Ouro Negro: Projeto não participará do leilão de energia A-5
O certame será realizado no dia 29 de abril e a licença prévia (LP) do empreendimento não será emitida em tempo hábil

Não será desta vez que o projeto da Usina Termelétrica Ouro Negro, projetado para ser construído em Pedras Altas, participará do leilão de energia A-5. O empreendimento da Ouro Negro Energia S/A (ONE S/A) não disputará o certame, previsto para 29 de abril, porque o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ainda não emitiu a licença prévia (LP), pré-requisito que habilita o projeto a participar do leilão. A diretoria da ONE S/A esteve na terça-feira, 19, na Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília. Na oportunidade o órgão solicitou à empresa uma complementação referente à outorga dos recursos hídricos. “Já estamos providenciando. Penso que em até 45 dias será emitida a LP”, ressalta o presidente da ONE S/A, Silvio Marques Dias Neto, mencionando que a empresa fará a complementação ambiental e aguardará a emissão da LP, estando, assim, pronta para disputar o próximo leilão, previsto para ocorrer ainda neste ano. 
A ONE S/A também desistiu do certame em razão de o preço de referência estabelecido para o leilão não ser convidativo. O valor inicial estipulado pelo governo federal varia de R$ 251 o megawatt-hora para projetos a biomassa e a carvão (como é o caso da UTE Ouro Negro) a R$ 290 para gás natural. 
A UTE Ouro Negro está avaliada em mais de R$ 4 bilhões. O projeto será financiado 80% com recursos das instituições financeiras da China. O restante do valor será pago com capital próprio das empresas sócias (ONE S/A, SEPCO1 e Power China). A SEPCO1 é também EPCista do projeto, ou seja, a empresa que será responsável pela obra. 
A termelétrica contará com dois geradores de 300 megawatts cada e deverá ser construída em Pedras Altas, na divisa com Candiota, numa área de terras próxima ao arroio Candiota e da mina de carvão da Companhia Riograndense de Mineração (CRM). Durante a construção do empreendimento, deverão ser gerados cerca de quatro mil empregos diretos e 500 quando o mesmo estiver em operação. 802 PROJETOS – A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) habilitou 802 projetos para o leilão A-5 e que vai contratar energia elétrica para ser fornecida a partir de 2021. Ao todo serão 29.628 megawatts de capacidade instalada ofertados de variadas fontes, sendo a principal a eólica, com 17.131 MW, oriundos de 693 projetos. Duas hidrelétricas vão participar do certame, somando 111 MW, além de 52 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs); 40 termelétricas a biomassa; nove termelétricas a gás natural; cinco termelétricas a carvão; e uma termelétrica a biogás.

ONE S/A pretende instalar um parque eólico e duas hidrelétricas na região

Enquanto aguarda a licença prévia do projeto da UTE Ouro Negro e a realização de um novo leilão, a ONE S/A dará continuidade ao desenvolvimento de três projetos energéticos, sendo um parque eólico e duas centrais hidrelétricas. 
O parque eólico, de 100 megawatts, está previsto para ser instalado em Pinheiro Machado. A ONE S/A investirá cerca de R$ 250 milhões no projeto, que está em estágio inicial. Silvio destaca que a empresa está aguardando autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para instalar a torre de medição dos ventos. A previsão é que sejam gerados 500 empregos diretos na fase de construção do complexo e 30 quando o empreendimento estiver em funcionamento. 
As hidrelétricas estão projetadas para serem construídas em Piratini (cinco megawatts) e Pedras Altas (um megawatt). A central de Piratini será abastecida pelo arroio das Pedras e a de Pedras Altas pelo arroio Candiotinha. A hidrelétrica de Piratini contará com um investimento de R$ 18 milhões e a de Pedras Altas, R$ 10 milhões. Os projetos serão custeados 30% com recursos próprios da empresa e 70% através de linhas de financiamento. Os empreendimentos estão em fase de desenvolvimento da engenharia e dos estudos ambientais. “Os estudos ambientais da CGH Candiotinha serão entregues na Fepam (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – RS) dentro de três meses e o de Piratini até o final do ano”, conclui Silvio.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 19 e 20 de abril de 2016



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Tempo severo: Previsão de altos volumes de chuva deixa região em alerta
Municípios começaram a decretar situação de emergência devido os estragos causados pelas chuvas

Os municípios da região estão em alerta. A previsão de altos acumulados de chuva para esta semana está gerando preocupação e desespero para os produtores. A primeira cidade da região a decretar situação de emergência foi Hulha Negra, na quinta-feira, 14. O laudo de prejuízos está sendo calculado pela Emater, mas o Executivo já estima uma perda de 15% nas lavouras de soja em condições de colheita. 

CANDIOTA – O município abriu processo nesta segunda-feira, 18, para decretar emergência. Segundo a coordenadora da Secretaria de Agropecuária, Luana Camacho Vais, ainda não há uma estimativa de preju- ízos. “Estamos aguardando laudos da Emater, Associação dos Piscicultores e demais entidades de produ- ção de mel, soja, a fim de homologar o decreto junto ao Estado. Temos 10 dias para fazer esse procedimento”, afirma a coordenadora. 

PEDRAS ALTAS – Segundo o prefeito Fábio Tunes (PSDB), uma reunião com Emater e Sindicato Rural estava prevista para a tarde de segunda-feira. O chefe do Executivo afirmou que no encontro seria tratado sobre os estragos causados pelas chuvas dos últimos e, que, possivelmente o município também irá decreta situação de emergência. 

PINHEIRO MACHADO - A Terra da Ovelha vai emitir decreto nesta terça-feira, 19. O prefeito do município Felipe da Feira (PTB) informou ao TP que apenas aguarda um laudo dos prejuízos causados pelas chuvas. Não há valores definidos dos estragos. 

DEMAIS CIDADES – Em Bagé, a situação está dentro da normalidade e o poder público informa que não há motivos para emitir decreto. Já em Dom Pedrito, o prefeito Lídio Bastos (PMDB) deverá decretar nesta terça-feira. O município está concluindo os cálculos dos prejuízos em estradas e produções.

sábado, 16 de abril de 2016

Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 16 a 19 de abril de 2016


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Situação de emergência: Pinheiro e Candiota também devem emitir decreto
Decretos vão ser assinados na próxima semana, após conclusão de levantamento de dados

As fortes chuvas dos últimos dias têm causado, além de estragos, preocupação para produtores da região. A cidade de Hulha Negra registrou grandes acumulados e decidiu decretar situação de emergência na quinta-feira desta semana. Outros municípios da região estão fazendo um estudo para verificar se há necessidade de decretar emergência, como é o caso de Dom Pedrito.
Já em Pinheiro Machado, a medida já foi tomada e o prefeito Felipe da Feira (PTB) afirmou ao TP que o município vai decretar situação de emergência. A estimativa é que o decreto seja assinado pelo chefe do Executivo na próxima segunda-feira, 18.
De acordo com o prefeito, um levantamento de dados está sendo feito para apontar os estragos causados pelas enxurradas. “Temos conhecimento que a chuva afetou cerca de 27% da colheita da soja”, diz. Além disso, Felipe reconhece a situação que se encontra as estradas do interior do município, em vista do clima severo.

CANDIOTA – A assessoria de imprensa do Executivo informou que, também, na próxima segunda-feira, o município vai abrir processo para emitir o decreto. O escritório da Emater local já diagnosticou 27 % de perda na lavoura de soja. Um estudo está sendo feito para apontar os prejuízos na colheita do arroz. “Ainda há previsões de muita chuva, algo que nos preocupa muito. Os produtores não conseguem nem entrar nas lavouras e os produtos estão se deteriorando”, desabafa o secretário de Agropecuária,

PEDRAS ALTAS – O município de Pedras Altas deverá decretar situação de emergência na segunda-feira, 18. “Pedirei um laudo para a Emater e o Sindicato Rural. Para decretarmos, temos que quantificar os prejuízos econômicos baseado em estatísticas”, menciona o prefeito Fábio Tunes (PSDB).

ATUALIZAÇÃO HULHA – Em Hulha Negra, o decreto de emergência foi emitido na quinta-feira, 14. O laudo com a estimativa dos prejuízos será concluído pela Emater/RS-Ascar na segunda-feira, 18. Segundo dados do órgão, até o momento, a perda média nas lavouras de soja em condições de colheita foi de 15% e houve também prejuízos na pecuária leiteira. Os números estão sendo apurados.

Jornal Tribuna do Pampa (Candiota) - 16 a 18 de abril de 2016




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UTE Ouro Negro: Chances de projeto disputar leilão A-5 são mínimas

O preço não convidativo do leilão de energia A-5, marcado para o dia 29 de abril, poderá levar a Ouro Negro Energia S/A (ONE S/A) a desistir de apresentar no certame o projeto da Usina Termelétrica Ouro Negro.
“Na próxima quarta-feira (20 de abril) teremos uma posição definitiva”, comunica o presidente da ONE S/A, Silvio Marques Dias Neto. 
O executivo informa que na terça-feira, 19, participará de reuniões em Brasília para tratar sobre a licença prévia (LP) do empreendimento, avaliado em mais de R$ 4 bilhões e que está projetado para ser construído em Pedras Altas. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ainda não emitiu a LP. “Se for emitida a licença em tempo hábil, mesmo com uma pequena possibilidade, podemos participar (do leilão)”, ressalta Silvio, mencionando que essa questão está sendo avaliada pelo Conselho Administrativo da empresa que é formado pelos investidores.
O presidente diz que se o certame ocorresse nesta sexta-feira, 15, por exemplo, o projeto da UTE Ouro Negro ficaria de fora. “Hoje (15 de abril) não teríamos as condições para participar do leilão. Não temos ainda a LP e, se for emitida, o preço não é convidativo”, observa Silvio, ao afirmar que o empreendimento estará(Ibama) ainda não emitiu a LP. “Se for emitida a licença em tempo hábil, mesmo com uma pequena possibilidade, podemos participar (do leilão)”, ressalta Silvio, mencionando que essa questão está sendo avaliada pelo Conselho Administrativo da empresa que é formado pelos investidores.
O presidente diz que se o certame ocorresse nesta sexta-feira, 15, por exemplo, o projeto da UTE Ouro Negro ficaria de fora. “Hoje (15 de abril) não teríamos as condições para participar do leilão. Não temos ainda a LP e, se for emitida, o preço não é convidativo”, observa Silvio, ao afirmar que o empreendimento estará pronto para disputar o próximo leilão, previsto para ocorrer ainda neste ano.
Recentemente, o governo federal estabeleceu preço de referência para o certame, sendo que o valor inicial varia de R$ 251 o megawatt-hora para projetos a biomassa e a carvão (como é o caso da UTE Ouro Negro) a R$ 290 para gás natural.
A termelétrica contará com dois geradores de 300 megawatts cada. O projeto será financiado 80% com recursos das instituições financeiras da China. O restante do valor será pago com capital próprio das empresas sócias (ONE S/A, SEPCO1 e Power China). A SEPCO1 é sócia e será EPCista do projeto, ou seja, a empresa que será responsável pela obra.